Esta sexta, dia 28 de novembro, foi um dia no mínimo bizzarro, com situações que podem ser consideradas, digamos, fora do normal... hehhehe
Atuando: Gabi, Lola, Débora, Bia, Roger e Chris.
Tudo começou bem com o grande almoço na casa da Lola (estrelando um santo strogonoff), mas depois do almoço decidimos jogar show do milhão, o que com certeza não poderia dar muito certo. Mas, apesar das risadas e besteiras que tiveram enquanto a gente jogava show do milhão e "burro desce as cartas" (nome dado pela Lola), esta ainda foi a parte mais normal do dia. Olha o que tem a seguir: briga de trânsito, novela mexicana, velha do falafel, gente super estranha, barraco no café 3 corações, filme pornô na getúlio vargas... E olha que isso é só o MAAIS importante.
Mas... Vamos por partes.
Voltando da casa da Lola, paramos no centro e aí resolvemos ir para o pátio savassi, mas ainda havia a dúvida: à pé ou de ônibus? Como o grupinho não é muito de caminhar (a não ser
a Débora, claro!) falei para o Chris perguntar pro motorista de um ônibus que tava parado no ponto, se ele passava na savassi. Vai o Chris todo feliz e sorridente perguntar pro motorista: -Moço, você passa na savassi?, quando um doido surge do meio do nada gritando com o motorista. O carinha tava completamente maluco, chamando o pobre motorista do ônibus de filho da puta, e mandando abrir a porta do ônibus pra ele poder dar um murro na cara do pobre do motorista. Como ele não abriu (lógico), o doido simplesmente dá um chute e quebra o vidro da porta do ônibus. Foi uma gritaria, todo mundo descendo do ônibus, o maluco dá a volta e some do nada, o povo gritando: ele foi por ali, foi ele, etc., enquanto o motorista do ônibus simplesmente pega o celular e liga pra polícia. Vendo essa confusão é claro que nós resolvemos: Vamos à pé. Mas ainda tinha um problema, o pobre do Chris que ainda tava com cara de menino bonzinho perguntando o itinerário do ônibus, e por um momento achou que o filho da puta que o maluco disse era ele, só
porque queria saber se o ônibus passava na savassi.
Atuando: Gabi, Lola, Débora, Bia, Roger e Chris.
Tudo começou bem com o grande almoço na casa da Lola (estrelando um santo strogonoff), mas depois do almoço decidimos jogar show do milhão, o que com certeza não poderia dar muito certo. Mas, apesar das risadas e besteiras que tiveram enquanto a gente jogava show do milhão e "burro desce as cartas" (nome dado pela Lola), esta ainda foi a parte mais normal do dia. Olha o que tem a seguir: briga de trânsito, novela mexicana, velha do falafel, gente super estranha, barraco no café 3 corações, filme pornô na getúlio vargas... E olha que isso é só o MAAIS importante.
Mas... Vamos por partes.
Voltando da casa da Lola, paramos no centro e aí resolvemos ir para o pátio savassi, mas ainda havia a dúvida: à pé ou de ônibus? Como o grupinho não é muito de caminhar (a não ser
a Débora, claro!) falei para o Chris perguntar pro motorista de um ônibus que tava parado no ponto, se ele passava na savassi. Vai o Chris todo feliz e sorridente perguntar pro motorista: -Moço, você passa na savassi?, quando um doido surge do meio do nada gritando com o motorista. O carinha tava completamente maluco, chamando o pobre motorista do ônibus de filho da puta, e mandando abrir a porta do ônibus pra ele poder dar um murro na cara do pobre do motorista. Como ele não abriu (lógico), o doido simplesmente dá um chute e quebra o vidro da porta do ônibus. Foi uma gritaria, todo mundo descendo do ônibus, o maluco dá a volta e some do nada, o povo gritando: ele foi por ali, foi ele, etc., enquanto o motorista do ônibus simplesmente pega o celular e liga pra polícia. Vendo essa confusão é claro que nós resolvemos: Vamos à pé. Mas ainda tinha um problema, o pobre do Chris que ainda tava com cara de menino bonzinho perguntando o itinerário do ônibus, e por um momento achou que o filho da puta que o maluco disse era ele, só
Superado o trauma, conseguimos enfim chegar na savassi, mas nosso caminho até o Pátio Savassi ainda encontraria vários contratempos. Estávamos nós sentados na pracinha da savassi, esperando tia Fabiana e comendo minhoca, quando um ser aparece na nossa frente falando que tinha um roteiro de novela, e que a gente ia interpretar na hora! Estrelando: o ser que surgiu so nada, Gabi, Bia, Chris, Roger e Débora! Bia e Chris eram os protagonistas: Débora Perereque e Boby Bofe. Roger era o amante de Débora Perereque: Válter do gás ( ou qualquer coisa do gás, não lembro). Débora era Camila Calamidade, e eu era Bebel Babilônia, uma copeira poderosa, que odiava Débora Perereque, e junto com o carinha que surgiu do nada ( que não lembro o nome do personagem ) tinha o plano de destruir o casal principal! Como o elenco teve que atuar super no improviso, e o roteiro não estava muito bem escrito, é claro que nossa novela mexicana não passou de meio capítulo! Mas com certeza foi engraçado!
Além disso, ainda teve a velhinha ( inha? ) do Falafel dando e cima dos meninos, e o povo cada vez mais esquisito que anda na savassi sexta a noite. Tinha um cara que dava voltas no quarteirão incansavelmente, e outro que assustou com uma árvore antes de começar a bater altos papos com ela. JURO! Às vezes eu morro de medo desse povo...
Por último, um barraco é sempre bom para fechar um dia maluco com chave de ouro (ou camisa de força). Não foi um barraco barraco, mas uma briguinha sempre é boa... Teve até um final super emocionante, como diz Débora e Roger, em que a mulher olha pro garçom de cima a baixo, bem lentamente e solta: Realmente, você só serve para servir mesa mesmo. e servir mal!
Depois disso, só se ouviam os aplausos vindos da nossa mesa, e a gente gritando: Tamo contigo dona! heheheheh Brincadeirinha, lógico. Briga dos outros é briga dos outros! Mas que teve torcida discreta da nossa mesa teve... até o gringo da mesa do lado ficou de olho, tenho certeza!
A parte do filme pornô é melhor pular, porque foi traumática, eu tava sozinha no ponto de ônibus, o ônibus não passava nunca, tava com medo, impressionada com o Não-sei-quem fogoso e carinhoso, ainda achava que o homem com cara de francês na mesa do lado era um striper e tinha prestado atenção na nossa mesa a noite inteira, e ainda por cima tinha um filho da mãe vomitando do meu lado...
Mas apesar do final traumático - ou melhor, do dia todo traumático - foi um dia no mínimo super divertido!
Além disso, ainda teve a velhinha ( inha? ) do Falafel dando e cima dos meninos, e o povo cada vez mais esquisito que anda na savassi sexta a noite. Tinha um cara que dava voltas no quarteirão incansavelmente, e outro que assustou com uma árvore antes de começar a bater altos papos com ela. JURO! Às vezes eu morro de medo desse povo...
Por último, um barraco é sempre bom para fechar um dia maluco com chave de ouro (ou camisa de força). Não foi um barraco barraco, mas uma briguinha sempre é boa... Teve até um final super emocionante, como diz Débora e Roger, em que a mulher olha pro garçom de cima a baixo, bem lentamente e solta: Realmente, você só serve para servir mesa mesmo. e servir mal!
Depois disso, só se ouviam os aplausos vindos da nossa mesa, e a gente gritando: Tamo contigo dona! heheheheh Brincadeirinha, lógico. Briga dos outros é briga dos outros! Mas que teve torcida discreta da nossa mesa teve... até o gringo da mesa do lado ficou de olho, tenho certeza!
A parte do filme pornô é melhor pular, porque foi traumática, eu tava sozinha no ponto de ônibus, o ônibus não passava nunca, tava com medo, impressionada com o Não-sei-quem fogoso e carinhoso, ainda achava que o homem com cara de francês na mesa do lado era um striper e tinha prestado atenção na nossa mesa a noite inteira, e ainda por cima tinha um filho da mãe vomitando do meu lado...
Mas apesar do final traumático - ou melhor, do dia todo traumático - foi um dia no mínimo super divertido!
